Depois de descobrir mais sobre o histórico do tweed e
do caso de amor com as tradições escocesas dentro da maison Chanel,
parece até que vemos o desfile com outros olhos. E até agora tudo o que
envolveu este desfile da coleção Metier D’Arts
– que nada mais é do que o pré-inverno desenhado por Karl Lagerfeld
dentro da casa francesa – impressionou.
Mas se no final o que importa mesmo são as roupas, é exatamente aí que o estilista consegue impressionar. Com a facilidade que tem em reeditar peça tradicionais, Lagerfeld transformou agora o vestuário escocês no guarda roupa das fashionistas para o próximo inverno.
E não faltou história dentro desta coleção. Aliás, parece até que se trata de figurino de remake de filme antigo. Tramas de lã, lã de cashmere, xadrez escocês, e os tradicionais trajes masculinos renascentistas serviram de inspiração e se transformaram em referências claras vistas na passarela.
Mas se no final o que importa mesmo são as roupas, é exatamente aí que o estilista consegue impressionar. Com a facilidade que tem em reeditar peça tradicionais, Lagerfeld transformou agora o vestuário escocês no guarda roupa das fashionistas para o próximo inverno.
E não faltou história dentro desta coleção. Aliás, parece até que se trata de figurino de remake de filme antigo. Tramas de lã, lã de cashmere, xadrez escocês, e os tradicionais trajes masculinos renascentistas serviram de inspiração e se transformaram em referências claras vistas na passarela.
E mais referências masculinas, a tradicional sainha kilt não foi esquecida!
Grande parte do desfile explorou a malharia escocesa. Modelos que não fugiram da tradição, mas que receberam uma boa edição no styling.
Grande parte do desfile explorou a malharia escocesa. Modelos que não fugiram da tradição, mas que receberam uma boa edição no styling.
Como Lagerfeld já usou antes, mais releituras de jaquetinhas em tweed, o tecido mais clássico da Chanel – e agora sabemos o motivo!
Fonte: Petiscos/ Julia Petit

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